Filmes E Programas De Tv De Anya Taylor Joy - LISTA | Os cincos filmes favoritos de Anya Taylor-Joy - Hollywood ...
LISTA | Os cincos filmes favoritos de Anya Taylor-Joy - Hollywood ...

A filmografia que realmente importa

Quem acompanha o trabalho dela desde o começo percebe que o caminho foi diferente do usual. Ela nasceu no México, cresceu na Argentina e só então se mudou para Londres com doze anos pra tentar carreira. Isso explica em parte por que os projetos dela têm essa mistura estranha entre drama europeu e produção americana.

filmes e programas de tv de anya taylor joy: uma lista prática

Vou listar o que tem valor de assistir, do mais recente pro mais antigo. Tem muita coisa ruim no meio também, então separei só o que aguenta pé. The Queen's Gambit (2020) — a minissérie da Netflix que explodiu. Elle Deshawn, xadrez, vício em tranquilizantes. Direção de Scott Frank. Sete episódios. Performance que definiu a carreira dela.

The Northman (2022) — Robert Eggers no modo Viking. Ela faz Olaf, a princesa nórdica. Fotografia de puro sal e sangue. Não é pra todo mundo, mas tecnicamente é sólida. Thou Wast Mild and Lovely — curta que não vale o tempo de pesquisa. Pula.

Emma. (2020) — adaptação da Jane Austen dirigida por Autumn de Wilde. Ela é a Emma Woodhouse. Visualmente bonito, mas a crítica ficou dividida. Assistível, porém. The Menu (2022) — Mark Mylund dirigindo Ralph Fiennes num restaurante onde o menu é armadilha. Anja Tayler Joy como margot. Sarcasmo refinado. Roteiro inteligente. Vale cada minuto.

Split (2016) e Glass (2019) — M. Night Shyamalan. Ela interpretou Case, uma das meninas sequestradas. Nos dois filmes. O primeiro é mais divertido. O segundo é problema. Last Night in Soho (2021) — Edgar Wright no modo horror psicológico. Ela é Eloise, uma estudante de moda que vê fantasma dos anos 60. Atmosfera densa. Fotografia impecável. O final divide opiniões, mas funciona.

The Gorge (2025) — filme de romance e ação com Chris Hemsworth. Trailer já mostrou que o tom é mais leve que o habitual dela. Ainda não assisti integralmente, mas as primeiras impressões são boas. Slumberland (2022) — filme da Netflix com Jason Momoa. Fantasia infantil. Dirigido por David Yates. Ela é a líder dos sonhadores. Não é ruim, mas é descartável.

👉 Clique no botão abaixo para saber mais sobre o assunto!

The New Mutants (2020) — X-Men spinoff que foi reformulado depois de gravações. Ela é Marie/Darkchilde. O resultado final é confuso. Só assista se tiver interesse genuíno no universo Marvel. Thoroughbreds (2017) — seu primeiro papel de destaque. Drama sobre jovens ricas entediadas e assassinato. Olivia Cooke ao lado. Direção de Cory Finley. Indie pequeno, mas letal.

Lobster (2015) — Yorgos Lanthimos. Ela aparece num papel pequeno como a Capitã. Estranho? Sim. Interessante? Também sim. É o tipo de coisa que divide plateias. Wide Blue Yonder (2015) — série britânica de comédia dramática onde ela começou. Três episódios. Não muda o mundo, mas mostra os primeiros passos.

O problema real que ninguém conta

Aqui vai uma coisa que muita gente não percebe: o catálogo de streaming onde cada título está disponível muda com frequência e depende do seu país. Eu perdi vinte minutos procurando The Northman num serviço que eu jurava que tinha, só pra descobrir que os direitos haviam sido transferidos semana antes. A regra prática é sempre checar duas fontes antes de começar a baixar ou alugar. Minha solução prática é usar o JustWatch ou o Reelgood pra verificar disponibilidade regional antes de gastar tempo. Funciona na maioria das vezes. Deixa de funcionar quando o serviço de streaming faz acordo direto com estúdio e tira o título sem aviso prévio. Aí você fica travado mesmo.

Erros comuns de quem monta lista de assistir

Pessoas frequentemente colocam The Menu e Last Night in So Lo lado a lado achando que são do mesmo gênero. Não são. Um é comédia negra sobre dining experience. O outro é terror psicológico com elementos de época. Misturar os dois na sessão de sábado à noite gera expectativa errada e decepciona. Outro erro: não separar o que é protagonismo real do que é aparição curta. Split e Glass são filmes do Bruce Willis/James McAvoy. Ela aparece, tem momentos bons, mas o foco narrativo é outro. Se você entra esperando ela como estrela absoluta, sai frustrado.

A qualidade também oscila muito. The Northman é denso e exigente. Slumberland é conteúdo de domingo à tarde pra relaxar. Saber qual cabeça você tá pra assistir faz diferença prática na experiência.

Conclusão prática

Se quer começar por algo sólido, vai de The Queen's Gambit. Se quer algo mais adulto e irritante na medida certa, The Menu resolve. The Northman é pros dias em que você quer ser desafinado pelo cinema. Resto é variação de qualidade que depende do seu humor do momento. O que acontece depois disso com a carreira dela ainda é imprevisível. Ela tem preferência por diretores autorais, mas também aceita quando o projeto convence. O padrão costuma funcionar. Nem sempre.