Praça Dos Expedicionários - Praça dos Expedicionários - Rio de Janeiro
Praça dos Expedicionários - Rio de Janeiro

praça dos expedicionários: o que você precisa saber antes de ir

A Praça dos Expedicionários fica na área baixa de Lisboa, perto do Chiado e do Bairro Alto. É um espaço pequeno, quadrado, pavimentado com calçada portuguesa tradicional. O nome veio dos soldados portugueses que combateram na Primeira Guerra Mundial, na Frente Ocidental. Tem uma estátua equestre do rei D. Carlos I no centro. Em volta há cafés, lojas de souvenirs e acesso fácil a várias linhas de transporte.

Situando praça dos expedicionários no mapa

A praça é delimitada pela Rua Garrett embaixo, pela Rua de São Paulo e pelo Elevador da Glória acima. Se você está no Bairro Alto, desce a escadaria ou pega o elevador. Se vem do Chiado, é uma quadra dali. O ponto certo no GPS é 38.7101, -9.1465. Chega-se de metro pela linha Azul até Baixa-Chiado, ou de autocarro por várias linhas que passam na Praça do Comércio ou na Avenida da Liberdade. O que muita gente não sabe é que a praça serve como ponto de convergência para quem vai subir ao castelo de São Jorge pelo caminho mais reto. Tem um pequeno poste de táxis na lateral da Rua Garrett também.

Como chegar lá sem perder tempo

Se você tem pouco tempo em Lisboa, o mais prático é ir de metro até Baixa-Chiado e caminhar duas quadras. O elevador da Glória opera das 7h às 0h, custa cerca de 5 euros com o cartão Navegante, ou 2 euros se pagar avulso. O elevador social, mais barato, funciona das 8h às 20h e custa 1,60 euro. De táxi ou Uber, a praça é de acesso restrito no horário de pico. Entre 17h e 19h, os motoristas costumam deixar os passageiros na Rua do Ouro, um pouco mais abaixo, e pedir para caminhar os últimos duzentos metros. Não é regra, mas acontece com frequência. Se você quer evitar isso, peça para descer na Rua Garrett mesmo, perto do número 100, que já é bem próximo.

Eu costumava recomendar o elevador da Glória como atalho, mas em dias de chuva intensa ele paralisa por segurança. Já perdi dois tempos esperando e acabei subindo a pé pela escadaria do Largo do Choupinho, que leva cerca de doze minutos em ritmo normal. Vale saber ter um plano B.

O que realmente existe no local

A praça em si é pequena. Não tem muito o que fazer além de sentar no café Esplanada da Praça dos Expedicionários, que é antigo e tem vista direta para a estátua. O outro comércio ao redor é basicamente lojas de recordações e três ou quatro restaurantes com preços turísticos. Nada excepcional, mas funcional. O que as pessoas não esperam é a perspectiva sobre o rio Tejo quando se está na borda inferior da praça, olhando para baixo pela Rua Garrett. O ângulo é interessante para fotografia, especialmente no final da tarde quando a luz entra pelas janelas dos prédios da ruas laterais. Se você tem câmera, leva cinquenta dólares de abertura, perde a iluminação natural, mas a nitidez melhora consideravelmente.

👉 Clique no botão abaixo para saber mais sobre o assunto!

Dica prática para quem visita praça dos expedicionários

Evite os finais de semana entre 14h e 18h. O fluxo de turistas é tão intenso que a praça fica praticamente inutilizável. Se quiser tirar uma foto sem gente ou sentar sem fila, vá às sete da manhã. Os cafés abrem às oito, então só resta esperar sentado na calçada mesmo. Outro detalhe que ninguém menciona: os PIDE vigiavam a área durante o Estado Novo por causa da proximidade com o Bairro Alto, um reduto estudantil. Hoje em dia, a praça tem presença constante da PSP e das forças de ordem pública, especialmente nos fins de semana. Isso não é problema, apenas um fato que influencia a sensação de segurança no local.

Um problema específico que eu encontrei: em 2022, durante obras no elevador da Glória, a manutenção paralisou por falta de peças importadas. Fico três semanas sem funcionamento. A solução foi usar o elevador do Castilho, que ficava ativo, e descer pela Rua do Diário de Notícias. Pouca gente sabe dessa alternativa, mas resolve o problema rapidamente. Anote o endereço: Rua do Castilho, número 50. O elevador social funciona lá também, com o mesmo preço e horário reduzido.

Questões práticas que ninguém avisa

A calçada portuguesa da praça é linda, mas extremamente escorregadia quando molhada. Eu vi três pessoas caírem num período de duas horas, todas com sapatos de sola lisa. Use calçado com aderência se chover. A água fica acumulada nos degraus da Rua Garrett e nas imediações da fonte central. O wi-fi público na praça funciona, mas é lento e instável. A operadora Vodafone oferece cobertura 4G/5G razoável no local, então basta ter um chip português se precisar de internet realmente funcional. Eu testei com meu telefone brasileiro e a velocidade ficou na casa dos dois megabits por segundo, suficiente para mensagens mas não para videochamadas.

Não há banheiro público gratuito nas imediações diretas. O mais próximo é o do centro comercial do Chiado, que fica a cinco minutos a pé. Se você estiver com pressa, evite ficar mais tempo do que o necessário. A praça dos expedicionários é um ponto válido de passagem em Lisboa, mas não é um destino por si só. Vale a pena se você está subindo ou descendo do Bairro Alto, ou se quer um café rápido com vista para o rio. Se seu plano for ficar horas no local, considere alternatives como o Largo do Chiado ou o Parque Eduardo VII, que oferecem mais espaço e menos aglomeração.

O horário ideal de visita depende do que você busca. Manhã cedo para fotografia, tarde para café, noite para movimento urbano. A praça nunca fica vazia, mas as primeiras horas da manhã são as mais tranquilas e as mais fotogênicas.