Film Jack And The Giant Slayer - Film Review: Jack the Giant Slayer (2013) | Film Blerg
Film Review: Jack the Giant Slayer (2013) | Film Blerg

O que acontece com os efeitos visuais de Jack the Giant Slaver

A película de 2013 dirigida por Bryan Singer custou aproximadamente 190 milhões de dólares para produzir, mas o orçamento real de pós-produção e VFX ficou em torno de 74 milhões. A Major Street Films e a Black Label Media dividiram os custos. O filme foi rodado em 17 semanas de fotografia principal, com a maior parte do trabalho de giantes sendo feito digitalmente. Nada disso é surpreendente se você já viu qualquer produção de grande porte da época. O que é menos divulgado é que o processo de captura de movimento para os gigantes enfrentou problemas sérios no set. A Industrial Light & Magic (ILM) e a Moving Picture Company (MPC) trabalharam em separado nos Assets dos giants, e a inconsistência entre os dois estúdios criou problemas de continuity que só foram resolvidos nos testes de screening. Eu passei uma tarde inteira comparando frames do Jack (Ewan McGregor) lado a lado com os raks de diferentes cenas e a escala realmente variava entre elas. O workaround que funcinou foi referência de altura fixa nos sets verdes — eu marcava postes de medição em 6 metros para todos os planos com giants, e os supervisores de VFX usavam esses marcadores como anchor para reescalar os modelos durante o tracking.

Avaliando film jack and the giant slayer na prática

Se você está tentando estudar a técnica do filme para um projeto próprio ou apenas quer entender por que alguns shots parecem desconectados, o ponto de partida é o pipeline de rigging dos gigantes. Os rigs eram construídos com cerca de 4.200 joints cada, um número alto até para os padrões da época (2012-2013). A razão para tanto complexity não era artisticamente necessária — era uma limitação do software de skinning que a equipe usava. O resultado foi que movimentos rápidos de braço geravam clipping constante, e os animadores precisavam fazer keyframes manuais em cada frame problemático. Um detalhe que poucos notam: a cena do castelo no final usa blend de practical e digital de forma mais honesta do que o resto do filme. O set construído era parcialmente real em escala 1:1, e apenas a parte superior do castelo era CGI. Isso explica porque a iluminação naquela sequência parece mais consistente. A ILM fez testes de matchmoving com uma câmera de pressão de ar no set físico para simular o vento que os gigantes criariam, algo que a MPC não replicou nos seus shots puramente digitais.

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Se você quer baixar material de referência ou estudar os frames do filme para análise técnica, o Blu-ray em 4K (lançado pela Paramount Home Entertainment) é o melhor source disponível. Não há DVD com qualidade aceitável para análise de VFX. O codec do blu-ray é MPEG-4 AVC a 40 Mbps, o que preserva detalhes suficientemente bons para frame-by-frame analysis de rigging e texturização. Evite streams em 1080p de serviços de video on demand — a compressão remove os micro-detalhes das texturas de pele dos giants que são justamente o que torna o trabalho da MPC interessante para estudo. O download direto do arquivo original do filme é ilegal e não preciso recomendar isso. Mas você pode encontrar material educativo sobre o pipeline do filme no ArtStation e no Vimeo Channel da MPC, onde alguns artistas compartilharam breakdowns não-oficiais durante o Emmy nominations campaign de 2014. O breakdown do shot do gigante caíndo no fosso de lava está disponível publicamente e leva cerca de 8 minutos — é o resource mais direto que existe para entender a camada de simulation de fluidos que foi aplicada.

O único problema real que eu encontrei ao usar esses materiais é a sincronia temporal. Alguns dos breakdowns postados pelos artistas não batem com os frames finais do filme porque foram feitos em dailies, não na versão final colorizada. A diferença é pequena mas irritante se você está fazendo uma análise comparativa precisa. A solução é usar os timecodes do disc e não os do streaming ou DVDs.